Sobre a Bíblia

Cremos na inspiração divina e plenária da Bíblia, bem como na sua infalibilidade e Inerrância, como única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristãos  (2 Tm 3.14-17).

Desde os primórdios da civilização, o homem para viver em grupo, necessitou de normas que regulassem os seus direitos e deveres.
Surge assim, após laboriosas experiências, a Constituição, que, transgredida, priva o cidadão dos bens maiores: a vida, a liberdade etc.

 
Os princípios bíblicos são os fundamentos da liberdade humana: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). A Bíblia lida, crida e vivida liberta o homem da escravidão do pecado, pois quem comete pecado é escravo do pecado. Necessitamos da Bíblia, pois é alimento para a alma:
 

A autenticidade da Bíblia.

A autenticidade da Bíblia baseia-se na sua infalibilidade e inerrância. Os atributos da divindade são por ela revelados. Ela é autêntica em tudo, pelo fato de o próprio Deus ser o seu Autor, e o Espírito Santo, o seu Inspirador. Nela são autênticas e inerrantes as revelações e os fatos narrados.

“Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17).
 

A inspiração da Bíblia.

A alta crítica, oriunda do liberalismo teológico que varreu a Europa nos séculos XIX e XX, recrudesceu a batalha entre a fé e a ciência. Baruch Spinoza, um dos ícones do modernismo histórico, foi o mais voraz crítico da inspiração bíblica, ao asseverar que não foi Moisés o autor do Pentateuco. Por isso foi excomungado da comunidade judaica, morrendo em total isolamento.

Inerrância da Bíblia. Inerrância não significa que os escritores eram infalíveis, mas que seus escritos foram preservados de erros. Inerrância significa que a verdade é transmitida em palavras que, entendidas no sentido em que foram empregadas, não expressava erro algum.
 
Verificação.

O Antigo Testamento declara-se escrito sob inspiração especial de Deus. A expressão “Deus disse” — ou “disse Deus” —, como forte indicador da chancela divina nos escritos sagrados, é usada mais de 2.600 vezes na Bíblia.
 
Curiosidade!!
No livro de Gênesis, a Bíblia repetidamente registra expectativas de vida que parecem ser ridiculamente diferentes da nossa experiência atual. Adão viveu 930 anos; Noé viveu ainda mais, até 950 anos (veja o gráfico abaixo). Essas longas expectativas de vida não são aleatoriamente distribuídas; elas são sistematicamente maiores antes do Dilúvio de Noé, e declinam dramaticamente depois dele.

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