SOBRE O NASCIMENTO DE JESUS

Cremos como dizem as Escrituras, na concepção virginal de Jesus, como obra exclusiva do Espírito Santo. 
(Is 7.14; At 1.9; Rm 8.34). 
Em nosso credo, confessamos que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo. Desde o iluminismo essa doutrina tornou-se uma das mais disputadas. 
De acordo com a teologia modernista, a verdade da concepção pelo Espírito Santo consiste em que Deus foi o autor da salvação realizada através de Cristo desde o início, e não apenas em sua ressurreição, nem na cruz, nem no batismo.
 
Os evangelhos canônicos de Lucas e Mateus contam que Jesus nasceu em Belém, na província romana da Judeia de uma mãe ainda virgem. No relato do Evangelho de Lucas, José e Maria viajaram de Nazaré para Belém para comparecer a um censo e Jesus nasceu durante a viagem numa simples manjedoura . Anjos o proclamaram salvador de todas as pessoas e pastores vieram adorá-lo.
 

O Nascimento Sobrenatural. 

Quando o Manifesto do Círculo de Viena (1929), com sua ideologia puramente científica, começou a defender o conteúdo e o método das ciências da natureza como única ferramenta capaz de subministrar uma cosmovisão rigorosa, exata e científica, asseverando que não há mistérios, e sim problemas que podem ser claramente formulados, investigados e resolvidos, acabou por subtrair o sobrenatural, estreitando totalmente o espaço para a fé e para a teologia.

“O Filho de Deus tornou-se homem para possibilitar que os homens se tornem filhos de Deus.” ( C. S. Lewis)
Lucas, por exemplo, fala do nascimento de João Batista como resultante do sobrenatural e desemboca a sua narrativa no nascimento inusitado de Jesus Cristo: “E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35).
 

Prova da concepção virginal. 

A prova escriturística da concepção virginal de Jesus pode ser vista em alguns dos fatos narrados pelos evangelistas Mateus e Lucas. O primeiro mostra os escrúpulos de José, sua perplexidade e temores, bem como os seus planos de fuga diante da revelação intrigante do anjo.

O segundo, Lucas, apresenta o comportamento de Maria, sua fala, suas perguntas, bem como a perplexidade em face da paradoxal revelação.
 

O dogma da Virgem Maria. 

O dogma católico da Virgem Maria declara que Maria, mesmo após o nascimento de Jesus, permaneceu virgem.

Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-lo que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meios-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue.

 
Um segundo argumento da igreja Católica Romana é que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José de um casamento anterior, antes de casar-se com Maria. Uma teoria sobre José tem sido inventada, mas ela não tem qualquer suporte bíblico. Essa teoria acredita que ele era significantemente mais velho que Maria, tinha se casado anteriormente, tido vários filhos e ficado viúvo antes de se casar com Maria. No entanto, novamente, o problema com essa teoria é que a Bíblia não dá nenhuma impressão de que José tivera uma outra esposa antes de casar-se com Maria. Se José já tivesse pelo menos seis filhos antes de se casar com Maria, por que eles não são mencionados na sua viagem com Maria a Belém (Lucas 2:4-7), ou na sua viagem ao Egito (Mateus 2:13-15), ou na sua viagem de volta para Nazaré (Mateus 2:20-23)? 

A Bíblia não nos dá nenhum motivo para acreditarmos que esses irmãos e irmãs não fossem verdadeiros filhos de José e Maria. Aqueles que se opõem à ideia de que Jesus tinha meio-irmãos e meio-irmãs fazem isso, não por sua leitura da Bíblia, mas por um conceito pré-concebido da virgindade perpétua de Maria, que é em si mesmo uma crença completamente contrária ao que a Bíblia ensina: “Contudo, não a conheceu, ENQUANTO ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus” (Mateus 1:25). Jesus tinha meio-irmãos e meio-irmãs que eram filhos de José e Maria. Esse é o ensinamento claro e firme da Palavra de Deus.
 

Cientistas e arqueólogos divulgam imagem que poderia ser o rosto de Jesus Cristo 

Na construção da imagem apresentada, além de técnicas de antropologia forense, os cientistas usaram descrições bíblicas como fonte de informação para detalhes como a cor e comprimento do cabelo e a tonalidade dos olhos de Jesus.

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